São comuns mulheres que acabam amando demais os seus companheiros, ausentando de si e se entregando de corpo e alma ao mundo do seu parceiro.
Segundo Robin Norwood existe o perfil dessas mulheres. Ele afirma que o medo de ser abandonada, faz com que as mesmas façam qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento, negligenciando sua autoestima, confiança e principalmente seu amor próprio.
Esse tipo de mulher acaba se perdendo em um labirinto que elas insistem em chamar de amor. Mas, a Bíblia afirma através de Mateus capítulo 22, versículo 39 que: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
Desta maneira, torna-se impossível chamar de amor o que torna muitas mulheres dependentes do outro, e insensível aos seus sentimentos, descurando das pessoas que estão a sua volta (filhos, amigos) para se afundar neste desequilíbrio.
Atualmente o Brasil conta com organizações e instituições que ajudam essas mulheres a se redescobrirem diante de situações que parecem intermináveis tanto para quem ama, quanto para aqueles que são sufocados por esse “amor”.
Dados afirmam que a maioria das mulheres que são violentadas física e psicologicamente suportam tais brutalidades por ter medo de recomeçar, por ter perdido sua autoconfiança.
Logo, mulheres, redescubram em si o amor, a paz e principalmente o prazer de viver, não deposite no outro, elementos que apenas você pode se dá: amor próprio, liberdade e prazer.
Da Redação/Ceci Ferreira
DÊ SUA OPINIÃO COMO COMPLEMENTO DESTA MATÉRIA.
Tags:Liberdade, Mulheres, Sentimentospublicidade
