O ensino no país melhorou, mas ainda há muito para avançar
Metas do Todos pela Educação devem ser atingidas até 2022
A Educação brasileira está cheia de siglas cabeludas e provas para medição de qualidade: Saeb, Ideb, Prova Brasil, Provinha Brasil, Saresp, Enem… Bom, Enem todo mundo sabe o que é, não é mesmo? Todas essas siglas significam que a Educação brasileira vem sendo avaliada. Sim, não são apenas as crianças e os jovens que passam por provas e recebem notas. A Educação também é medida. Todas essas siglas, portanto, indicam como anda a qualidade da Educação brasileira. Sem o Saeb, o Ideb, a Prova Brasil, a Provinha Brasil, o Saresp, o Enem, sem essas siglas esquisitas não haveria como saber se o seu filho está realmente fazendo o que deveria na escola: aprender.
Desde a década de 90, quando o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) e outros índices foram criados, ficou possível ver se a escola estava cumprindo o seu papel de ensinar e o jovem tendo atendido seu direito de aprender. Vendo os problemas de aprendizagem do aluno ficou possível melhorar o sistema de ensino da escola. Como não é possível melhorar tudo de uma vez, especialistas ligados ao Movimento Todos pela Educação (TPE), que articula os esforços da sociedade civil, da iniciativa privada e de governos, reuniram-se, há quatro anos, para definir as metas para a melhoria da Educação básica do país. Traçaram um planejamento ano a ano e estabeleceram prazos para o cumprimento dessas metas até 2022. Se o Brasil alcançar todas as projeções até lá, terá chegado a um nível de Educação semelhante ao que têm hoje alguns dos países desenvolvidos como Estados Unidos e França.
Na prática, as metas do Todos pela Educação, se efetivadas, garantem que todas as crianças estariam na escola e teriam adquirido pelo menos o conhecimento mínimo esperado para chegar ao ensino superior. “O estabelecimento de metas para aferir periodicamente a Educação ocupa um espaço estratégico na mobilização do país em torno da melhoria do ensino”, afirma Mozart Neves Ramos, presidente-Executivo do movimento Todos Pela Educação.
Da redação/ Educar
Foto: Roberto Chakur
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